Diários do Desassossego retrata a condição da alma humana através das confissões expostas em cada
um de seus poemas. Em cada verso sobressaem reflexões e uma sensibilidade que vai aflorando a cada
página. Sintetiza angústias, sonhos, incertezas sem descanso. O desassossego é parte do contexto
humano. Mais que simples angústia, é a intuição da existência em toda a sua complexidade amorfa. Não
existe trégua para o poeta, seu espírito apenas apreende o universo em seu vazio e o descreve conforme
às próprias vistas, coisas reconhecidamente íntimas. A transformação que lhe sussurra às entranhas lhe
empurra o mundo goela abaixo. A vida, um enigma a ser decifrado, não poupa a ninguém da dor. A
perplexidade diante dela, que não oferece sossego aos que buscam respostas, deixa apenas o refúgio
das sensações que estão atrás dos sentidos, constatações em preto e branco. Uma revelação às
avessas, descobrindo a razão de todas as coisas no nada e na ausência. O desejo não tem outro papel
que não o de se mover neste limbo. A palavra desassossego refere-se a uma perturbação existencial
presente na inquietação e incerteza inerentes a tudo o que é narrado. O livro assume dimensões
inesperadas tal como uma bíblia sem deus, numa eterna brevidade contínua. O poeta repleto de dúvidas
e hesitações parece estar sempre à procura de algo, mas não sabe exatamente o quê. Um balanço sobre
a vida, a solidão, o amor, a saudade. Um livro vivo, intrigante, envolvente, interminável. Definitivamente
perturbador.

Diários do Desassossego

REF: EAP18
R$22.50Preço
  • Quantidade de Páginas: 130

    Gênero: Poesia

    Nº de Edição: 1

    Ano de Publicação: 2017

    Idioma: Portugues

  • Meu nome é Sergio Almeida e assino sob o pseudônimo Jardim
    como assinatura poética, nasci no Estado do Rio de Janeiro.
    Livros de poemas publicados: Filhas do Segundo Sexo, Crônicas
    do Amor Impossível, Amores Possíveis, Dois e Diários do
    Desassossego. Acredito que poeta não se faz: se nasce. Sou
    formado em Letras pela Universidade do Estado do Rio de
    Janeiro. Sou poeta, músico e videomaker, entre outras coisas
    mais ou menos parecidas que formam o leque dos meus ofícios.
    Sou poeta reincidente e insistente. No Ensino Médio começei a
    escrever poemas. Estou em dezenas de antologias de poesia.
    Não vivo sem canções desesperadas de bandas como New
    Order, The Cure, Joy Division, Echo And The Bunnymen, The
    Sisters of Mercy e The Jesus and Mary Chain. Participo de saraus
    e movimentos culturais desde 2008, sou um neurótico social
    como todo brasileiro de cidade grande. Adoro literatura, gatos e
    poemas, que se movem na penumbra e nunca se revelam
    inteiramente. Detesto questionamentos inúteis que só servem
    para encher o sac

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